Húngaro


Actualmente, o húngaro é a língua oficial da República da Hungria, com aproximadamente 10,5 milhões de falantes (98% da população). Há mais de 3 milhões de pessoas que falam húngaro nas regiões vizinhas à Hungria: 15.000 em Burgenland, Áustria, 765.000 na Eslováquia, 10.000 em Muravidék, Eslovênia, 40.000 em Vajdaság, Sérvia, 2.000.000 em Erdély (Transilvânia), Romênia e 200.000 em Kárpátalja, Ucrânia. Há cerca de 1 milhão na Europa ocidental, Estados Unidos e Canadá.

Horário 2º Semestre 2016/17

 

Nota – Desde que exista um nº mínimo de 5 alunos, o ILNOVA pode abrir uma turma em qualquer nível ou curso técnico.

O alfabeto húngaro contemporâneo é constituído por quatorze vogais e vinte e sete consoantes, sendo eles:

A, Á, B, C, Cs, D, Dz, Dzs, E, É, F, G, Gy, H, I, Í, J, K, L, Ly, M, N, Ny, O, Ó, Ö, ?, P, Q, R, S, Sz, T, Ty, U, Ú, Ü, ?, V, W, X, Y, Z, Zs.
O X (ksz) é usado em matemática, e o Y, para marcar certas consoantes. Às vezes o Y aparece também no final de sobrenomes, como forma arcaica, equivalendo a i.

Exemplos de algumas frases em língua húngara:

  • Olá: Szervusz (lê-se sérvus)
  • Olá (informal): Szia (lê-se sia)
  • Bom dia: Jó napot (lê-se: iô napôt)
  • Obrigado: Köszönöm szépen (lê-se: quê-cênem sêpén)
  • Danúbio: Duna
  • Estação de trem: Pályaudvar ou pu (abreviatura)
  • Praça: Tér ou Tere
  • Rua: Utca
  • Estrada Út
  • Ponte: Híd
  • Avenida: Körút
  • Restaurante: Étterem
  • Café: Kávé
  • Termas: Fürdö
  • Preto: Fekete
  • Branco: Fehér
  • Vermelho: Piros
  • Azul: Kék

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Drª Emese Rasztovich

Licenciada em sociologia pela Universidade Eötvös Loránd com a tese “Corporativismo no Estado Novo” (1999). Frequentou o curso de Língua e Literatura Portuguesas da mesma Universidade. Concluiu o curso de especialização “Diploma Universitário de Professores de Português, Língua Estrangeira”, como bolseira do Instituto Camões, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1999/2000). Professora de Português na Escola Superior de Comércio Externo de Budapeste (1997/1999), na Universidade Popular do Porto (2001/2004) e em vários institutos privados. Docente dos cursos livres de Húngaro na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, desde o ano lectivo de 2000/2001. Tradutora/intérprete da Embaixada da Hungria em Lisboa. Colaboradora de várias agências de tradução/interpretação, instituições públicas e privadas, tem desenvolvido a sua actividade nas áreas de interpretação simultânea/ consecutiva e tradução escrita.

QUADROS COMPARATIVOS DOS DIFERENTES EXAMES E NÍVEIS DO CEFR

  • O Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR) comum de onde todos os sistemas de níveis de língua partem está aqui: http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/Cadre1_en.asp.
  • Cada língua tem um sistema de níveis adequado à sua aprendizagem por um falante nativo de Português. No caso do Húngaro , o quadro de níveis é o seguinte (aplicável a partir de 2016-17):
  • Húngaro A1.1
  • Húngaro A1.2
  • Húngaro A2.1
  • Húngaro A2.2
  • Húngaro B1.1
  • Húngaro B1.2
  • Húngaro B2.1
  • Húngaro B2.2
  • Húngaro C1.1
  • Húngaro C1.2
  • Húngaro C2.1