Dinamarquês


O dinamarquês é uma língua escandinava falada na Dinamarca, Alemanha, Groelândia e Ilhas Faroe. Esta língua é muito parecida com o norueguês e o sueco — os falantes de dinamarquês, norueguês e sueco compreendem-se com certa facilidade.

Horário 1º Semestre 2018/19

A1 – 2ª e 4ª das 18h às 20h | Profª. Sandra Christina Buchholzer

Datas para teste de nível:

  • 7 Fevereiro 2018 – 17h

 

NOTA: O teste de nível tem um custo de 15€ e deverá ser marcado com antecedência através de email ou contacto telefónico. Este teste não confere a atribuição de um certificado de competência linguística, pois trata-se somente de um teste de aferição. O teste demora cerca de 1 hora, incluindo parte escrita e oral.

  • Olá – hej, goddag, dav(s)
  • Adeus – farvel, hej-hej
  • Onde fica…? – hvor ligger…?

… a casa de banho – badeværelset.

… o hospital – hospitalet/sygehuset.

  • Fala (você) espanhol? – taler De spansk?
  • Obrigado! – tak!
  • De nada – tak i lige måde/ingen årsag
  • Quanto custa? – hvor meget koster det?
  • Sim – ja ou jo
  • Não – nej

Os números de um a vinte em dinamarquês são:

en to tre fire fem seks syv otte ni ti elleve tolv tretten fjorten femten seksten sytten atten nitten tyve.

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A fala humana é uma inesgotável riqueza de múltiplos valores. A linguagem é inseparável do homem e segue-o em todos os seus atos. A linguagem é o instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos, o instrumento graças ao qual ele influencia e é influenciado, a base última e mais profunda da sociedade humana. Mas é também o recurso último e indispensável do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a existência, e quando o conflito se resolve no monólogo do poeta e na meditação do pensador.
Antes mesmo do primeiro despertar de nossa consciência, as palavras já
ressoavem à nossa volta, prontas para envolver os primeiros germes frágeis de nosso pensamento e a nos acompanhar inseparavelmente através da vida, desde as mais humildes ocupações da vida quotidiana aos momentos mais sublimes e mais íntimos dos quais a vida de todos os dia retira, graças às lembranças encarnadas pela linguagem, força e calor. A linguagem não é um simples acompanhante, mas sim um fio profundamente tecido na trama do pensamento; para o indivíduo, ela é o tesouro da memória e a consciência vigilante transmitida de pai para filho. Para o bem e para o mal, a fala é a marca da pesonalidade, da terra natal e da nação, o título de nobreza da humanidade. O desenvolvimento da linguagem está tão inextrincavelmente ligado ao da personalidade de cada indivíduo, da terra natal, da nação, da humanidade, da própria vida, que é possível indagar-se se ela não passa de um simples reflexo ou se ela não é tudo isso: a própria fonte do desenvolvimento dessas coisas.

Foto Sandra

Profª Drª Sandra Christina Buchholzer

Licenciada em Psicologia pela Universidade de Copenhaga em 2014.Fez intercâmbio universitário na PUC São Paulo, Brasil em 2008/2009 e fez estágio na Embaixada da Dinamarca em Moçambique em 2010. Em 2011, colaborou com o CEDAPS (Centro de Promoção da Saúde) no Rio de Janeiro, Brasil. Em Copenhaga, deu aulas de Dinamarquês para estrangeiros, desenvolveu vários trabalhos de intérprete de Português e desde 2012, colaborou como Chefe de Projectos em uma agência de tradução.

Mudou-se para Lisboa em 2014.

QUADROS COMPARATIVOS DOS DIFERENTES EXAMES E NÍVEIS DO CEFR

  • O Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR) comum de onde todos os sistemas de níveis de língua partem está aqui: http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/Cadre1_en.asp.
  • Cada língua tem um sistema de níveis adequado à sua aprendizagem por um falante nativo de Português. No caso do Dinamarquês, o quadro de níveis é o seguinte (aplicável a partir de 2016-17):
 

  • Dinamarquês A1
  • Dinamarquês A2
  • Dinamarquês B1.1
  • Dinamarquês B1.2
  • Dinamarquês B2.1
  • Dinamarquês B2.2
  • Dinamarquês C1.1
  • Dinamarquês C1.2
  • Dinamarquês C2.1